Participam da exposição os artistas Andres Bancalari, Brugnera, Coletivo Duas Marias (foto), Daniel Carlos Bispo, Ela Soares, Lauro Borges, Marcelo Bongiovanni Korp, Norma Capponcelli e Sirlei Salvadori. As obras propõem um diálogo da fronteira não como limite geográfico, mas como espaço de troca, circulação e construção coletiva, fortemente influenciado pela proximidade entre Brasil, Argentina e Paraguai.
Para Juliane Fuganti, diretora do MAC, a exposição reforça o compromisso da instituição com a valorização da produção artística dos territórios e suas múltiplas narrativas. “Costa Oeste evidencia a potência criativa que nasce nos territórios de passagem. Ao trazer artistas do Oeste do Paraná e da Argentina, a exposição amplia o diálogo cultural e reafirma o museu como espaço de escuta, conexão e circulação de diferentes poéticas visuais”, afirma.
A curadoria destaca o Rio Paraná como eixo simbólico e geográfico que conecta artistas e imaginários, estabelecendo pontes entre o local e o universal. Segundo Machado, a mostra revela uma constelação criativa atravessada por memórias, paisagens e experiências compartilhadas. “A fronteira aqui não separa, ela aproxima. As obras expostas traduzem esse território híbrido, onde tradições, experimentações e referências se cruzam, criando uma produção artística singular, marcada pelo diálogo entre o cósmico e o cotidiano, o abstrato e o memorialístico”, revela.
Serviço:
Exposição coletiva Costa Oeste
Museu de Arte Contemporânea do Paraná – Sede Adalice Araújo (Rua Ébano Pereira, 240 – Centro)
Abertura: 13 de janeiro (terça-feira), às 16h
Entrada gratuita.
Crédito da foto: Divulgação

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